Quando não há palavras

  • By Gmax MKT 1
  • 22 Nov, 2016
16 Novembro

O homem prudente oculta o conhecimento, mas o coração dos insensatos proclama a estultícia. Provérbios 12.23

Leia Jó 2.11-13 

Não posso imaginar como você deve estar se sentindo. A dor que minha amiga sentiu quando seu marido morreu era palpável, mas percebi que não havia nada que eu pudesse dizer para confortá-la. Às vezes, nosso receio de não dizer a coisa “certa” pode nos levar a dizer a coisa “errada”.

A tradição judaica sustenta que as pessoas devem permanecer em silêncio até que a pessoa enlutada fale. É uma boa prática, porque nos dá tempo para refletir sobre o que devemos dizer impedindo-nos de falar algo que não seja útil. Mesmo após esse tempo de silêncio, nossa responsabilidade de escolher nossas palavras com cuidado permanece. Os amigos de Jó podem ter permanecido em silêncio até ele falar, mas, quando se manifestaram, suas perguntas transformaram-se em acusações contra Jó e Deus. Suas palavras estavam marcadas pelo julgamento e pela culpabilização fazendo com que Jó sofresse ainda mais.

Como os amigos de Jó, muitas vezes, senti a necessidade de dar minha opinião ou questionar as circunstâncias, na tentativa de explicar Deus. Tal atitude pouco revelou a mim e aos outros quem Deus é. Quando ouvimos a orientação de Deus, podemos discernir quando e como confortar os que estão sofrendo.

Oração "Ensina-nos, Senhor, a nos sentarmos em silêncio com aqueles que estão sofrendo. Enche-nos de paz para que possamos confortá-los em seu momento de tristeza. Em nome de Jesus. Amém".

Pensamento para o dia "Às vezes, o maior consolo de Deus vem por meio de nossa presença silenciosa".

Oremos Pelas pessoas que estão consolando os enlutados.

| Deanna Baird (Michigan, EUA)
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